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É importante poder contar com parceiros para enfrentar os desafios que a vida nos impõem. Alguns parceiros são simplesmente indispensáveis, ao passo que outros podem ser apenas temporários. Na natureza, os organismos também formam parcerias importantes.

Parceiros nem sempre são exclusivos e dois organismos diferentes podem ter o mesmo parceiro sem que haja prejuízo para nenhuma das partes. Na natureza, a parceria entre as abelhas e plantas, para a realização da polinização, é um exemplo bastante conhecido. Contudo, às vezes é preciso ter algo mais para que esse compartilhamento funcione. Esse mecanismo ocorre entre espécies de um grupo de plantas bastante conhecido: as orquídeas.

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Luz viva

A luz sempre foi um elemento importante em vários aspectos. Nós humanos, principalmente, dependemos muito da luz e da iluminação. Muitas pessoas, inclusive, em situações de ausência de luz sentem muito medo do escuro (nictofobia).
No mundo natural a luz também é muito importante. A luz do sol, por exemplo, é essencial para a sobrevivência da vida na Terra em geral, pois a mesma é necessária para a produção de carboidratos pelas plantas, utilizando a energia luminosa, o que produz boa parte da biomassa utilizada por outros organismos.

Contudo, o sol (e as estrelas em geral) não é a única fonte de luminosidade no mundo natural. Alguns organismos possuem suas próprias fontes de luz! Continuar Lendo »

Rei Arthur (quadro de Frank Dicksee)

Todo mundo sabe que o termo “sangue azul” faz referência à nobreza. Esse termo tem origem, segundo a teoria mais aceita pelos etimologistas, na Espanha do século 6, tendo surgido num contexto de preconceito étnico, religioso e cultural. Segundo o etimologista Deonísio da Silva, da Universidade Estácio de Sá, “faz referência à cor clara da pele, sob a qual destacavam-se veias e artérias azuis – quase invisíveis na pele de mouros e judeus, constantemente expostos ao sol durante o trabalho.”

Obviamente, nenhum membro da realeza possui sangue azul, todos possuem sangue vermelho. Contudo, alguns animais possuem o sangue do tipo diferente do que se acha ser o convencional sangue vermelho. Alguns animais, por exemplo, realmente têm sangue azul, mesmo não pertencendo à nenhuma nobreza.

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Leônidas nas Termópilas, por Jacques Louis David, 1814. Uma justaposição de vários elementos lendários e históricos da Batalha das Termópilas.

No ano 480 a.C. ocorria na Grécia uma batalha épica, travada entre dois reinos distantes. De acordo com o historiador Heródoto de Halicarnasso, 300 espartanos lutaram, sob o comando do rei Leônidas I, contra o exército persa liderado por Xerxes. Esse episódio da História ficou conhecido como a “Batalha das Termópilas” e até hoje ainda é lembrada. Essa batalha foi magistralmente recontada na obra em quadrinhos de Frank Miller, intitulada “300” e que foi também recentemente transformada em filme (com direção de Zack Snyder).

No mundo natural são travadas muitas batalhas épicas, porém um exemplo delas chama a atenção por também serem travadas por organismos de dois Reinos distantes.

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Em praticamente todo o mundo, existem lendas e folclores relacionados aos lobos. Geralmente esses animais são consideradas criaturas astutas, assassinas e que devem ser temidos. Estórias clássicas como a da Chapeuzinho Vermelho e outras sobre lobisomens sempre fazem parte das estórias contadas por diversas pessoas em todo mundo.

Curiosamente, na América do Sul, apesar de não haver lobos nativos, existem muitas estórias que remetem a esses animais. Obviamente, a explicação pra isso é simplesmente a “exportação” dessas estórias. Contudo, no Brasil (e em outras partes da América do Sul), vive um animal que apesar da aparência e do nome, na verdade não é um lobo.

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Quando você vai a algum bar ou festa e pede alguma bebida alcoólica, na maioria das vezes nem pensa no processo de produção daquela bebida. Uma dessas famosas bebidas, além de antiga, envolve um processo de fabricação muito curioso e que vale a pena ser conhecido: a tequila! E pra animar a leitura, um brinde no estilo tradicional: “arriba, abajo, al centro y pa’dentro“!

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ResearchBlogging.org

Desde de pequenos recebemos cuidados dos nossos pais. Essa é uma das características principais dos (erroneamente) chamados vertebrados superiores como os mamíferos e aves.

No caso de nós humanos, quando estamos doentes, um desses cuidados está relacionado à utilização de remédios (drogas), sejam eles fabricados ou naturais. Esse comportamento também pode ser observado mesmo em outros primatas como os chimpanzés, que utilizam certas plantas com características medicinais de forma específica para curar algum mal-estar (ver Huffman 2001, na literatura recomendada no final do post).

Muitos dos remédios que utilizamos são de origem vegetal, mas nós primatas não somos que utilizamos a medicina natural. Poucos estudos têm sido realizados sobre automedicação em animais, mas existem evidências crescentes de que outros animais utilizam as propriedades medicinais das plantas. Um exemplo disso, foi demonstrado recentemente por um grupo de pesquisadores dos E.U.A.

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